terça-feira, 29 de novembro de 2011

Nossa Responsabilidade

As transformações que todos esperam para 2012 já estão em curso e abalam o cotidiano das pessoas sem que elas tenham a sensibilidade para perceber que estão dentro de um processo de transição para uma nova realidade. Não é preciso muito esforço para identificar os vestígios dessa transformação. A crise econômica, a crise ambiental, a crise de governos que assola o mundo árabe e também a União Européia são alguns sinais da movimentação de forças que assolam a Terra.
Obviamente que a natureza também está inquieta: enchentes, tufões, tonados, terremotos, tsunamis. Além disso, em países como o Brasil, vêem-se os escândalos de corrupção ganharem notoriedade, a caça aos bandidos ganhar força e as denúncias de irregularidades aumentarem. Seria isso apenas uma mera coincidência ou podemos dizer que a humanidade está expurgando seus débitos e renovando suas energias para que seja feita a grande transição?
A segunda opção é muito mais plausível. O momento pelo qual passa o planeta requer muito comprometimento e disciplina daqueles que compreendem que o processo será longo e penoso. Todos temos a responsabilidade em doar vibrações, orar, emitir energia de paz para o planeta. É hora de uma ação coordenada por parte daqueles que reconhecem a gravidade da situação. A ação não deve ser movida pelo medo do ano de 2012 ou 2019, mas pela fé no Cristo que não nos desampara e que tem um compromisso com esse planeta.
É hora de a individualidade egoísta dar lugar ao companheirismo e ao comprometimento fraterno entre os irmãos encarnados na Terra. Somos todos uma só corrente de energia e pensamento junto com irmãos de outros planos, unidos no objetivo comum de fazer a Terra prosperar no caminho bem.
O dever e a responsabilidade de cada um estão gravados em suas próprias consciências. Todos somos células do organismo universal, entretanto temos muitas células em desarmonia com o propósito último de evolução. A estas devemos envolver em vibração de amor e, pelo exemplo sincero e constante, mostrar o caminho para equilibrar as forças que causam as tragédias terrenas. Deus não criou o mal, este é o bem mal compreendido.

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